A estrada para o infinito – por Otávio Simões

O essencial da vida está nas coisas simples, nos momentos despretensiosos que escondem valores eternos, mas apenas perceptíveis àqueles que não se perdem em preconceitos ou em seu ritmo de vida egoísta.

A vida vale a pena quando valorizamos o outro pelo que ele é não porque é aplaudido por todos e pode nos contagiar com sua glória ou fama. Coisas ilusórias, que não nutrem a alma, mas apenas deixam vazios e mascaram os buracos de nossa existência.

Mal comparando, são como aquelas estradas esburacadas, cheias de remendos que não resistem às intempéries do tempo. Castelos de areia que edificamos sobre o alicerce da intolerância, vaidade, inveja, futilidade, e que carregam consigo o gene da efemeridade. Possuem existência precária e não podem ser compatíveis com um projeto de vida plena e feliz.

Bom é ser contagiado pela simpatia de uma senhora idosa, pela pureza de uma criança, por uma amizade sincera, por uma gargalhada gostosa, venha ou não acompanhada de dentes.. hehe.. Porque tudo isso se traduz em amor. E o amor.. ah.. esse sim permanece, também como uma estrada, mas que aponta para o infinito!!

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”  1 Coríntios 13:13

Viva intensamente, ame a seu próximo, e se você acha que isso parece frescura, reformule o seu conceito de amor. Muito além de um romantismo vazio, o amor importa em sacrifício, “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. 1 Coríntios 13:7.

O amor é a essência do próprio Deus, ao ponto de ser dito nas Escrituras que “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” 1 João 4:8. E se você deseja uma tradução perfeito do amor, olhe para o exemplo abnegado do mestre Jesus, que deu a sua vida para termos acesso aos portais da eternidade: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” I João 4: 8.

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