Conheça a Experiência de Alguém que Passou por uma Semana de Desintoxicação Alimentar

Olá pessoal!

Para quem não me conhece, meu nome é Carolina Rocha. Sou irmã da Karina Deana, que sempre manda umas receitas maravilhosas para gente. Moro no Ceará, numa cidadezinha chamada Tianguá. Meu esposo, Marcell Rocha, e eu somos colportores.

Assim como a Karina, eu também sempre tive uma verdadeira batalha contra a balança. Comigo, porém, era diferente, porque além de travar essa constante batalha contra os ponteiros da balança, ainda por cima sofria muito com as consequências dos maus alimentos que eu insistia em comer, mesmo sabendo que me fazia muito mal. Um deles era o queijo. Sempre fui muito apaixonada por queijo. Deixar de comer carne não foi tão difícil quanto parar de comer o bendito queijo! Em compensação, estava sempre com fortes dores de cabeça. Crises de ter que ir ao hospital. Isso sem falar nas alergias que saiam na minha pele. No fundo, eu sempre soube que a minha má alimentação somada à quantidade que eu comia era o fator principal desses sintomas, mas mudar isso era doloroso demais para mim.

Certo dia, depois de sofrer um belo de um “baque”, finalmente caí na real. Vi o quão acima do peso eu estava e o quanto eu havia me acostumado a sofrer esses “pequenos” detalhes. Resolvi dar um basta e pedi muito a ajuda do Senhor, pois vencer um apetite desenfreado só é possível com a ajuda de Deus. Falei com o Dr. Roberto Baracho e sua família, amigos que conheci na época em que fazia um curso para missionárias na Escola de Profetas em Sairé, PE, no ano passado. Ele foi super legal comigo e me convidou para passar por uma desintoxicação na casa dele em Fortaleza, CE. Decidi encarar essa oportunidade como sendo a chance de deixar de comer as coisas que me faziam mal e aprender como comer de acordo com a vontade de Deus – alimentar-me de maneira que não prejudique o meu organismo.

Iniciei o tratamento no dia 08 de novembro com 17 quilos acima do ideal para a minha altura. Recebi um programa de desintoxicação compatível com a minha necessidade. Pude fazer um programa mais intenso, já que estava disponível para o tratamento. Não sei serve de base para todos, pois como disse, o programa foi compatível com a minha necessidade. O tratamento foi assim:

1º e 2º dias: Suco natural de frutas de 3 em 3 horas. De preferência de manga ou de melão. O suco era batido com pouquíssima água e duas colheres de sopa de linhaça. Uma hora depois de ter tomado o suco, tomava muita água. Terapia: Hidrocoloterapia + Banho de argila com 4 gotinhas de hortelã + Sauna (no meu caso, foi uma manta que esquentava muito e também vibrava) . A terapia foi a mesma durante todos os dias do tratamento.

 3º dia: Mesmo procedimento com os sucos e as mesmas terapias. A diferença é que neste dia foi incluso o uso de chá. Além de tomar a água, também tomava pelo menos 1 litro de chá de porangaba.

4º dia: Intercalei suco de frutas com suco de vegetais (couve com cenoura. Mesma coisa do suco de frutas: pouquíssima água e sem açúcar). Continuei fazendo uso do chá e tomando bastante água também.

5º dia: Neste dia, tive a minha primeira “refeição”. Tomei o suco de frutas no desjejum, bastante água até a hora do almoço. A partir daqui, o suco não era mais de 3 em 3 horas e, sim, de acordo com o padrão das refeições. No almoço, comi uma deliciosa salada de alface, com cenoura e cebola sem vinagre ou limão. Ela foi temperada apenas com um pouco de azeite de oliva. Deve-se ter muito cuidado com o retorno à alimentação por conta dos dias sem comer sal. Portanto, azeitona não deve fazer parte da salada, por exemplo, como também não se deve temperar a salada com sal. No jantar comi uma maga. Até lá muita água e chá.

6º dia: No desjejum, tomei uma vitamina de mamão com banana, duas colheres de linhaça e um pouco de leite de soja. No almoço, comi a salada, 4 colheres de sopa de arroz integral e duas colheres de sopa de soja temperada com verduras. Na janta, comi uma manga.

7º dia: Idem ao 6º dia. A diferença é que no almoço comi duas colheres de sopa de feijão.

À partir do 7º dia, voltei à vida normal, porém, sabendo a quantidade exata que me satisfaz sem comer até ficar cheia e passando mal. Aprendi a respeitar o descanso que o seu estômago precisa entre uma refeição e outra (pelo menos cinco horas) e principalmente a beber muita água. Durante o tratamento todo me senti muito bem. Principalmente quando estava só na base dos sucos. Como as toxinas estavam me deixando, senti algumas coceiras nas pernas e um gosto amargo na boca. Mas esses sintomas são normais no caso de desintoxicação. Cinco dias depois do início do tratamento, já havia perdido 5 quilos e estava me sentindo ótima.

Como não estava praticando exercícios físicos, quando voltei a comer alimentos sólidos ganhei um quilo. Mas ao retornar para casa, continuei seguindo à risca as orientações de comer muita fruta e salada e beber muita água. Para quem quer fazer esse tipo de desintoxicação em casa, recomendo procurar um médico naturalista. Cada caso é um caso. A CASA tem um livro fantástico chamado “Sete Dias para Começar a Viver”. O Dr. Roberto Baracho disse que o tratamento indicado pelo livro é simples e qualquer pessoa pode seguir em casa sem problemas. O tratamento que o livro tráz e basicamente o mesmo que eu fiz, só que com 3 sugestões de programa para poder atender aos diferentes estilos de vida. Graças a Deus, consegui eliminar esse um quilo que ganhei. Estou praticando Pilates 3 vezes por semana e caminhada. A guerra ainda não terminou, mas sei que com a ajuda do Senhor a vitória será certa. Sei que é da vontade de Deus que cuidemos bem do nosso corpo, por isso, sei que Ele me ajudará a ter domínio próprio a cada dia.

Por Carolina Taffo Rocha

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